Música de graça (e legalizada)

Postado em Uncategorized com as tags , , , , , , , em 27/10/2009 por James

Antes de estourar na carreira de DJ, o Deadmau5 sempre foi visto como “nerd”. Bem, ainda é um pouquinho, vai… Então demorou pra ele se engajar em algo como essa última dele!

Deadmau5ghosts

Recentemente ele lançou duas faixas online, gratuitas e exclusivas. Como a criatividade do cara nunca acaba, o esquema pra conseguir uma delas - intitulada “Asdfghjkl” – é completando os 5 níveis deste jogo no site do Ministry of Sound, chamado “Deadmau5 Ghosts”. Ele simula o clássico jogo de Pac Man, só que ao invés do cara amarelinho, você controla uma Mau5head vermelha, fugindo de fantasmas ao som de “Ghosts ‘N’ Stuff” — o carro chefe tirado do CD mais recente dele. Ainda por cima, ao invés das famosas “pílulas mágicas”, você come fatias de queijo gigantes pra deixar os fantasminhas vulneráveis. Como dizem os engraçadinhos: The Reward is Cheese… and a free download! :)

A outra faixa, chamada “Peddler of Misery”, você consegue de uma maneira mais fácil. Basta se cadastrar no site Clubtracks Online pra baixar de graça a faixa do rato, além de outras duas: Rye Rye feat. Mia – Bang [Stanton Warriors Remix] e Fain – Aurora Borealis.

Como se tudo isso não fosse o bastante, ele lançou ainda um pen drive com o formato da Mau5head, e uma pulseira-USB que vem com o áudio de uma apresentação que ele fez ao vivo em Londres. Pode?

Feriadão – aonde ir

Postado em Uncategorized com as tags , , , , , , , , , , , , , , em 26/10/2009 por James

No feriadão que está por vir, uma balada é sempre uma ótima pedida, e o nosso querido estado catarinense nunca nos deixa na mão um único feriado sequer. O sábado (dia 31/10) não vai deixar pra menos! Quero ver você conseguir escolher aonde ir. Se liga:

Green Valley (Camboriú/SC) - o club número 1 do Brasil traz pra gente Martin Solveig! Não lembro da última vez que o cara tocou por aqui (se é que ele já veio), então algo me diz que essa é uma boa chance. [www.greenvalley.art.br]

Bali Hai (Piçarras/SC) - A atração principal no Bali Hai de Piçarras é o aclamadíssimo Paulinho Boghosian. Mas, pra agradar todos os gostos como sempre, também vai rolar bastante hip hop, sertanejo (eca!) e bandas ao vivo. [www.balihai.com.br]

Bali Hai (Garopaba/SC) - Já em Garopaba, os holofotes se viram pro italiano EDX. Queria demais ir lá ver o cara, admiro demais as produções dele. Mas infelizmente Garopaba está meio fora de cogitação pra mim. Quem for, curta por mim, please! [www.balihai.com.br]

London Pub (Jaraguá do Sul/SC) - O Spyzer Project vai detonar no London Pub. Já vi eles na Thapyoka em Timbó e garanto que a balada vai ser boa. [www.londonjaragua.com.br]

Com um feriadão desses, eu tenho até medo do que vão trazer ao longo do verão. Preparem os seus bolsos, porque a temporada na Ibiza Brasileira oficial vai ferver!

MixMag Brasil

Postado em Dicas, Novidades com as tags , , , , , , , , , em 21/10/2009 por James

Em Setembro chegou nas bancas a primeiríssima edição da versão brasileira da MixMag – considerada a maior e melhor revista do mundo quando o assunto é música eletrônica, vida noturna e cultura clubber.

Primeira edição da MixMag Brasil - já nas bancas

Primeira edição da MixMag Brasil - já nas bancas

A revista já estreou muito bem com o Deadmau5 estampado bem grande na capa. Ela também traz outros assuntos recentes e artistas de destaque, como Felguk, Madonna, Jesus Luz (que não se contentou em pegar a Madonna e agora resolveu dar uma DJ), David Guetta, Renato Cohen, e muitos mais. Além de dicas de som, a edição também fala de estilos novos que andaram surgindo no país, festas como a XXXPerience e um novo game que promete virar sensação entre os DJs – e wannabes. Além disso, fala também de clubs catarinenses, como o Green Valley e o Bali Hai. Eles merecem, né? Principalmente o Green Valley, afinal, não é qualquer club que é considerado o club dos sonhos pelo rei Carl Cox.

A MixMag custa R$ 10,90. Eu já conferi e, como publicitário e addicted pela cena clubber, posso afirmar com segurança que a revista tem qualidade de material e de conteúdo, valendo cada centavo.

Gêneros Eletrônicos – III

Postado em Matérias com as tags , , , , , , , , , em 19/10/2009 por James

Sabe aquelas raves que acontecem num inferninho, onde tem gente vestida de homem-máquina, cabelo colorido, alienígenas, muito glow-stick e tinta florescente? Bem-vindo ao mundo clubber Gabber e Hardstyle.

Hard Techno (ou Hardcore, ou Hardstyle)
Hardcore

Se fosse pra eu chutar de onde saiu o termo “bate-estaca”, eu diria que foi do momento em que alguém escutou Hardstyle. É um tipo de música sem tom, com um ritmo constante feito com sons industriais distorcidos. É criado com moduladores e sequenciadores musicais. Aproximadamente 15 divisões foram criadas pro Hardstyle, mas são tão parecidos que eu desconsidero quase todas. As letras (quando existem) geralmente são faladas e tem um tema bem dark – caindo pra uma tendência que batizaram de “Terrorcore” e chamaram de sub-gênero. Outro nome que criaram foi o “Happycore” que é quando se mistura elementos de Hard Dance, e as letras falam mais de emoções, com um vocal até um pouquinho mais melódico. Tem ainda estilos de Hardcore que vão acima de 700 BPM (chamados Splittercore) e acima de 1.000 BPM, podendo chegar a até – pasmem! – 15.000 BPM, recebendo o nome de Extracore (ou Extratone).  Minha gente, me perdoem, mas aí já é loucura demais…

Gabber (ou Gabba)
Gabber

Há quem diga que esse é um dos vários estilos de Hardcore, e realmente eles possuem uma ligação muito forte, mas eu não concordo com essa afirmação. O Gabber fica entre 180 e 220 BPM, tem um bass bem característico e é cheio de distorção, principalmente nos vocais – que geralmente são falados, e tratam de violência, drogas ou do “orgulho de ser hardcore”. O principal elemento que me faz diferenciar o Gabber é a presença de um pouco de tom, totalmente inexistente no Hardcore. Isso ajuda na distinção. O Gabber mexe muito com distorção e com o pitch das músicas, subindo a níveis em que as vezes as batidas nem podem ser distinguidas umas das outras.

Hard Techno (ou Hardcore, ou Hardstyle)
DZ Ezteq – Fuck You Up

Sepromatiq – DP [Viper XXL Remix]

Gabber (ou Gabba)
DJ Chosen Few – Mokum 18

Neophyte – Army of Hardcore

Antes de as raves serem feitas com Psy Trance por Santa Catarina, elas tinham outro estilo. Até a Rivage em Blumenau tinha uma festa considerada a primeira rave do estado, chamada Rave-o-Lution. Era famosíssima na região, mas foi extinta quando o governo começou a vetar esse tipo de  balada. Eles misturavam hard house, techno, electro, e até tocavam Psy, mas o esquema era um pouco diferente, e fechava com Gabber e Hardcore. Se isso tocasse em uma balada da região catarinense nos dias de hoje, seria sinônimo de mandar todo mundo embora… Ninguém tolera mais esses gêneros, ao menos por aqui.

Agora, pra finalizar, quer ouvir uma coisa que vai derreter o seu cérebro explodir os seus poros e sangrar seus ouvidos? Aí vai um exemplo de um Extratone de aproximadamente 15.000 BPM, que eu citei mais acima no post. Segue o link:

http://www.youtube.com/watch?v=SeQ4hKr1IZI

Sim, tem gente que chama isso de música. Ok, sem preconceitos… mas confesso que eu tive um ataque de riso quando escutei isso! :)

Gêneros Eletrônicos – Parte II

Postado em Matérias com as tags , , , , , , , , , , , em 17/10/2009 por James

Vou dar continuidade ao tema gêneros da música eletrônica, falando agora de outra divisão muito bem difundida: o Trance.

Ao contrário da House Music (apesar de ser considerado um “filho” do gênero), o Trance é muito mais veloz, variando de 130 a 160 BPM (batidas por minuto) dependendo da sua vertente. O objetivo do Trance é elevar o espírito e a mente das pessoas, onde a música literalmente equaliza as ondas do cérebro, levando o ouvinte a um estado de transe. Saindo daí o nome do gênero! :) Esse é o gênero mais tocado nas raves, por isso essas baladas e esse tipo de música são instantaneamente associados à drogas e alucinógenos, principalmente e quase exclusivamente o Psy e o Goa devido aos seus elementos altamente psicodélicos.

O Trance é um dos gênero mais característicos da música eletrônica. Na verdade, ele é inconfundível mesmo. Aí vão as 4 principais vertentes dele:

Pure Trance (ou simplesmente Trance)
Trance

Traz o que tem de mais puro, clássico e tradicional do gênero. Ritmo constante, previsível até. Ao mesmo tempo em que o ritmo é acelerado e com batidas fortes, ele não pesa na hora de ouvir, podendo até ser usado pra um momento em que se quer parar pra pensar sobre alguma coisa, porque a melodia leva a cabeça pra bem longe. Quando você se dá conta, a música já trocou e você já foi pra Lua e voltou – sem perceber. Pra isso, além do elemento constante, as letras geralmente falam de sensações, idéias e sentimentos, pra criar uma conexão do ouvinte com o que ele pode vir a sentir enquanto ouve a música.

Psy Trance e Goa Trance (ou simplesmente Psy e Goa)
PsyTrance

Apesar de ser um dos tipos de música eletrônica mais rápidos, mecânicos e sem melodia, o Psy Trance é curiosamente muito cultuado, até por quem não gosta muito de balada, de forma que chegou até ao ponto de virar moda. Ao contrário do Pure, o Psy tem uma batida muito mais seca e em alta velocidade, geralmente colocando elementos mais eletrônicos no meio. Um dos fatos interessantes sobre o Psy, é que a construção dele é feita com elementos que fazem o ouvinte sentir vontade de dançar. Sendo assim, ele mistura sensibilidade ao som, vontade de dançar, abertura mental e transe. Os adeptos podem querer minha cabeça numa bandeja, mas pra mim o Goa nada mais é do que um Psy com o acréscimo de sons étnicos e de sonoridade oriental, e por isso achei justo colocá-los juntos aqui. A diferença é que, por ter surgido na Índia, a sonoridade do Goa remete quase instantaneamente à cultura de lá, lembrando até um mantra indiano.

Tech Trance (ou Hard Trance)
Tech Trance

Este gênero veio de Alemanha, e se parece demais com o Pure Trance, só que o Tech é mais pesado e dark do que o Pure, por isso resolvi colocá-lo separado aqui. Por causa do seu “peso”, ele perde um pouco do elemento de abertura mental e de “viajar longe” que o Pure traz. Por outro lado, pra dançar o Tech é muito melhor. Então, na minha opinião pessoal, o Pure é melhor pra ouvir, e o Tech é melhor pra balada. Simples assim!

Pra finalizar, com os exemplos abaixo dá pra identificar facilmente a diferença entre cada um. Enjoy!

Pure Trance
Toltec – Ray Of Hope [Abstract Vision Remix]

Eddie Halliwell feat. Signum – What Ya Got For Me

Psy Trance
Infected Mushroom – I Wish [Skazi Remix]

Growling Machines – Switchback

Goa Trance
Juno Reactor – Zwara

Astral Projection – People Can Fly

Tech Trance
Tech Trance – Not The End [Tom Colontonio Remix]

Lost Witness – Take Me There [DJ Choose Remix]

E se segura na cadeira, porque no próximo post vou abordar gêneros bem pesados.

Os gêneros eletrônicos

Postado em Dicas, Matérias com as tags , , , , , , , , , , em 16/10/2009 por James

Uma das coisas que as pessoas mais me questionam quando começo a tocar minhas músicas é: que maldito gênero de música eletrônica é esse?

Isso é porque a música eletrônica possui uma infinidade de subdivisões. Por isso eu não culpo ninguém, até os DJs tem dificuldade em identificar estilos, e muita intriga é gerada entre os profissionais da área. Além disso, tem o fator pessoal. O que pra um pode parecer determinado gênero, pro cara do lado já parece outra coisa. Alguns preferem simplificar e identificar só se a música é boa ou não, porque convenhamos: no fim é isso que importa. Mas eu procuro categorizar por interesse e gosto próprio, além de isso ajudar na hora de escolher uma balada, ir atrás de um som novo ou criar um perfil que tenha a sua cara no caso de você ser um DJ. Por exemplo, se você gosta só de deep house, vai querer morrer em uma rave recheada de psy trance. Se você curte drum & bass, nem adianta inventar de procurar artistas de prog! Aí, pra não cair nessas furadas, é legal conhecer o que você gosta de ouvir. Pensando nisso, resolvi criar alguns posts pra identificar os principais gêneros e dar aquela mãozinha!

Pra “estrear”, vamos de House Music.

House é o gênero mais diversificado, difundido, abrangente e conceituado entre os clubbers ao redor do mundo todo. Além de ser o meu favorito! :) Isso tudo é porque ele possui tantas vertentes que fica praticamente impossível você não gostar de nenhuma! Fato histórico bacana: o estilo surgiu em um club de Chicago nos anos 80, chamado Warehouse. As pessoas chegavam nas lojas de disco pedindo pela “música da Warehouse”, que com o tempo acabou sendo apelidada apenas de Warehouse Music, e logo depois encurtada para House. Pronto, estava criado o nome do gênero eletrônico mais cultuado do planeta! Da hora, né?

Pra dar uma ajuda, esses são alguns dos elementos mais característicos que identificam a House Music:

- Linhas de baixo bem definidas;
- Vocais ricos e geralmente femininos;
- As BPM (batidas por minuto) seguem rigorosamente uma simetria 4/4, variando entre 120 e 135 BPM dependendo do sub-gênero.

Além disso, a grande maioria das músicas do gênero possuem uma melodia marcante e dançante, e isso é mais um fator que levou o House a cair instantaneamente nas graças das pessoas. Dentro da House Music dá pra classificar tantos sub-gêneros que faz a sua cabeça girar! A seguir vou tentar mostrar e exemplificar os três que estão em alta na night de hoje.

Deep House – Soulful House
Deep House

Existem diferenças entre estes dois nomes, mas elas são tão sutis que achei justo juntá-los aqui. Os dois são estilos bem leves de House Music, quase que invariavelmente tocados em sessões de chill-out e after-hours. É uma música essencialmente introspectiva, com um ritmo geralmente (mas não necessariamente) menos acelerado, vocais riquíssimos e letras tocantes. A principal diferença entre Deep e Soulful House é que enquanto o Soulful apresenta elementos de jazz (especialmente saxofones, trompetes e piano) e letras extensas e elaboradas, o Deep house usa menos instrumentos e mais elementos eletrônicos, geralmente com um baixo forte e mais grave que o Soulful, além de vocais mais repetitivos e de poucas palavras.

Progressive House
Prog House

Esse gênero era meio underground até pouco tempo atrás, e agora está absurdamente em alta, e foi apelidado carinhosamente simplesmente de “prog”. O Prog é bem simétrico por possuir um ritmo essencialmente constante e com viradas extremamente sutis. O nome Progressive se dá porque as músicas dessa categoria vão sofrendo alterações pouco a pouco, de forma praticamente imperceptível. Ele começa mais tranquilo, e vai acrescentando elementos e ritmos até que ganhe energia e força. Isso vai acontecendo progressivamente, daí o seu nome! Sacou? :) Geralmente é tocado no início da balada pra fazer a rampa pros ritmos mais agitados (electro house, techno, trance, etc.) e no fim dela também, pra fazer os coraçõezinhos darem uma freada depois da galera pular a noite toda.

Electro House
Electro House

Também chamado de Dirty House por alguns, esse ritmo combinado com o Prog é que está bombando com força hoje nas baladas! O nome já remete ao Electro da década de 80, e realmente os dois se parecem muito. O lance é que o Electro House é um pouco mais “orgânico” que o simples Electro, com batidas menos secas e baixos mais ácidos e sombrios. Alguns também chamam de “Sexy House”, pois a grande maioria dos vocais tem um ar sarcástico e com letras um tanto quanto… safadas! :P

Calma, calma… é informação demais, né? A melhor maneira de entender isso tudo é ouvindo um pouquinho do que cada gênero tem a oferecer. Se liga aqui em alguns exemplos inconfundíveis de cada um, tirados exclusivamente da minha coletânea de favoritos de todos os tempos! :)

Deep House
Tiefschwarz feat. Tracey Thorn – Damage [Buick Project Remix]

Samantha James – Deep Surprise [Miguel Migs Remix]

Soulful House
Chuck Love – Something Right [Soul Symphony Remix]

The Rurals – Corker [Knee Deep Break-A-Lot Dub]

Progressive House
Deadmau5 feat. Glenn Morrison – Contact

Whigfield – Right In The Night [Favretto & Battini Remix]

Electro House
Bodyrox feat. Luciana – What Planet You’re On

Ben DJ feat. Sushy – Me & Myself

E aí, já escolheu o seu favorito? Ou sua cara não é nada disso? Tudo bem, pode relaxar porque o blog vai trazer muitos outros estilos nos próximos posts.

Oktoberfest – Programação eletrônica

Postado em Uncategorized com as tags , , , em 15/10/2009 por James
Hoje tem música eletrônica na Oktoberfest em Blumenau! Às 19hs entra o brasileiro DJ Carioca, seguido dos alemães Julietta (23hs) e Namito (01h).

Abaixo, um pouco sobre os três que vão comandar o som no setor 3 hoje à noite:

Carioca (Curitiba, Brasil) - Aplaudido por John Digweed, Robert Owens, Fernanda Abreu e tantos outros artistas, Carioca soma

DJCariocajpg

apresentações de alto nível em sua longa carreira de fidelidade com a House Music. Sua primeira compilação mixada em CD, lançada em 2001, é uma boa legenda: DJ Carioca “The Persistence Of House” percussion by Dennis Julian. Apareceu como DJ Carioca em 92, no lançamento do seu programa, hoje “Curto Circuito In The Mix”, na Real FM de Rezende/RJ. Em 94 migrou para Curitiba, onde assumiu a pista dos primeiros grandes clubes, o Legends e a Rave, trabalhando focado na diversão e informação musical. MySpace: http://www.myspace.com/chapinski

Julietta (Munique, Alemanha) – A DJ descobriu as primeiras festas de House no início dos anos 90. Desde então entrou no mundo da musica por si só. Hoje, é residente do famoso Harry Klein e do Flokati, ambos em Munique.

DJ Julietta

Além disso, reside em mais três clubes: Krang (Amsterdã/Holanda), Kama Kama (Camaiore/Itália) e Wilde Glocke (Salzburgo/Áustria). Seu estilo trafega entre o House e o Techno. Julietta costuma misturar faixas antigas e modernas em seus sets. Ela tem a intuição específica para a faixa certa na pista de dança, consegue construir uma apresentação que prende e fascina o ouvinte até a última música. MySpace: http://www.myspace.com/lajulietta

Namito (Berlim, Alemanha) – Com uma carreira de mais de 18 anos, a música de Namito se tornou marca registrada dentro dos clubes alemães. Regularmente se apresenta nos famosos Tresor, Sternradio e o antigo E-Werk. Em março de 2003, Namito lançou um

dj namito 1

disco anti-guerra em conjunto com Dr. Motte, o fundador da Love Parade. A faixa Bush Fire foi lançada no dia em que a América atacou o Iraque. O ano de 2006 foi um sucesso completo para Namito, com lançamentos em selos como Kling Klong e Great Stuff, além de um remix da música Kosheens em cooperação com seu amigo Martin Eyerer. Muitos DJs mundo afora tocam produções suas e, esse ano, Namito lança o álbum Eleven, o qual estará disponível na Oktoberfest. MySpace: http://www.myspace.com/namito

FONTE: Site oficial da Oktoberfest de Blumenau (http://www.oktoberfestblumenau.com.br/)

Bob Sinclar em missão de paz

Postado em Notícias com as tags , , , , , , , , , em 14/10/2009 por James

Não é à toa que praticamente todas as músicas do DJ francês Bob Sinclar tem letras alegres, falam de festa, felicidade, união e paz mundial, afinal o cara tá sempre metido em alguma coisa relacionada a isso.

BobSInclar-PeaceSong

A última dele foi no dia 19 de setembro. Pra comemorar o Dia Internacional da Paz (que aconteceu no dia 21 de setembro), ele juntou uma multidão em Paris, onde milhares de pessoas escreveram uma mensagem fotografada do espaço via satélite. Tudo isso ao som da música “Peace Song“, retirada de “Born in 69“, o álbum mais recente de Bob Sinclar. O vídeo oficial, bem como o resultado e o making of do que aconteceu, você pode conferir no site do DJ.

MTV Dance online

Postado em Dicas com as tags , , , em 13/10/2009 por James

Uma das maiores broncas em relação à MTV Brasil vem do público que gosta de música eletrônica. Ela é basicamente inexistente na emissora, o que por um lado é bom, pois é evidente que eles não entendem bulhufas do assunto… Nesse caso é melhor que mantenham a distância mesmo.

mtv_dance

Como na Europa a coisa sempre funciona diferente – leia-se “melhor” – a MTV britânica criou vários canais musicais, que cumprem o que a franquia promete: agradar a todos os gostos. E, no meio desses canais, tem a MTV Dance. Por enquanto as operadoras de TV paga não nos trouxeram essa maravilha musical, mas nos dias de hoje, só não encontramos na internet aquilo que não procuramos direito. Foi com esse pensamento que descobri este link no site TV Channels Free:

http://www.tvchannelsfree.com/watch/6113/MTV-Dance.html

Com uma conexão razoável e a instalação de um plugin gratuito chamado SopCast, você pode assistir à MTV Dance, diretamente da Inglaterra. O acervo deles inclui atualidades, clássicos, charts das pistas européias, além de cobrir todos os sub-gêneros da música eletrônica, como house, electro, trance e até hardcore. O plugin funciona somente com o Internet Explorer, então você deve usar esse navegador para assistir.

Fim de semana bombástico

Postado em Dicas com as tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , em 09/10/2009 por James

Esse fim de semana está recheadíssimo de opções pros catarinenses curtirem as melhores baladas possíveis. Aqui vão as melhores sugestões, mas antes de olhar, não se esqueça de participar da primeira enquete aberta pelo site, logo ali à direita. É rapidinho pra votar! :)

Agora vamos ao que interessa!

WarungHoje o Warung Beach Club traz o canadense Ned Shepard. Além dele, também vão tocar os DJs Leozinho, Rodrigo Parcionik e Fabricio Peçanha – os “três mosqueteiros” do Life is a Loop!
Warung Beach Club – Praia Brava/SC
http://www.warungclub.com.br/

E amanhã, dia 10 de outubro, a coisa fica melhor ainda! Confira:

GreenValley2No sábado, o Green Valley traz mais uma vez pra gente ninguém menos que Steve Angello.
Green Valley – Camboriú/SC
http://www.greenvalley.art.br/

Bali HaiO Bali Hai de Porto Belo faz mais uma de suas famosas festas de esquenta pro verão, com uma line-up matadora: DJs Naomi, Chris Kesseler, Fernando Olsen, Teh Bianchi, Kbeça, Diogo Pretry, Songa e ainda Gui Boratto, um dos orgulhos nacionais da música eletrônica.
Bali Hai – Porto Belo/SC
http://www.balihai.com.br/

Estaleiro Guest HouseAlém disso tudo, você vai poder fazer um esquenta na beira da praia, na day party promovida na Guest Beach House. A partir das 14hs, os DJs China, André Pulse, Pic Schimitz e vários outros vão deixar você no ponto, qualquer que seja o seu destino na night.
Guest House – Praia Do Estaleiro/SC
http://www.praiadoestaleiro.com.br/

Vale ainda lembrar que este ano a Oktoberfest em Blumenau traz pra gente vários grandes DJs nacionais e alemães pra animar quem gosta de boa música eletrônica. Rola sempre no setor 3 da Vila Germânica, e a programação, segundo o site oficial da festa, é a seguinte:

Sexta-feira, 09:
01h – DJ Garcia (até o fechamento do setor)

Sábado, 10:
01h – Robert Babicz
03h – Alex Dias

Quinta-feira, 15:
19h – Carioca
23h – Julietta
01h – Namito

Sexta-feira, 16:
01h – DJ Garcia (até o fechamento do setor)

Sábado, 17 – Auf Wiedersehen! (Ate breve!):
01h – Oliver Klein
03h – Diogo Mazza

É isso aí! Divirta-se, e party safe! :)